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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Chineses trocam garrafas PET por passe livre em metrô de Pequim

Créditos: Gordon Lew/Flickr

Se o passe livre é uma realidade ainda distante nos principais centros urbanos do Brasil, do outro lado do mundo a situação é bem diferente: em Pequim, os habitantes já podem pagar suas passagens de metrô com garrafas PET. Até agora, foram instalados postos de troca nas estações de Jinsong e Shaoyaoju, mas o objetivo é levar a iniciativa a todas as paradas de metrô e aos pontos de ônibus da capital chinesa.


As estações que participam da ação sustentável receberam quatro máquinas, responsáveis por  coletar as garrafas plásticas. Nos equipamentos, cada exemplar reciclado equivale a um valor tabelado, que vai desde 15 centavos de dólar a 50 centavos da mesma moeda. Assim, com até quinze garrafas, o usuário poderá se locomover por todas as oito linhas e as 105 estações disponíveis.


Depois de coletado pelas máquinas, o material reciclável é enviado a uma central de processamento, em que o plástico assume outros fins de uso. De acordo com o portal Veoverde, a ação ainda está em fase de testes, e, se tudo der certo, os criadores têm a ambição de levar o projeto para os pontos de ônibus de todo o país.


O incentivo às viagens de transporte coletivo na capital chinesa é fundamental, uma vez que o país apresenta um dos mais preocupantes índices de poluição do mundo, causado pela atividade industrial e pelo trânsito massivo. Além disso, há mais de dois anos, o governo chinês anunciou que tem o objetivo de reciclar 70% dos resíduos produzidos no país até 2015.


Uma ação realizada nas estações de metrô do Rio de Janeiro, durante o carnaval deste ano, garantiu o passe livre das pessoas que apresentassem uma latinha de cerveja vazia nas catracas. A ação tinha por objetivo convencer os frequentadores dos blocos de rua e desfiles de carnaval a não dirigirem após o consumo da bebida alcoólica.

Ciclo Vivo

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Cidade alemã tem vagões externos exclusivos para bikes

Créditos: Divulgação

A melhor maneira de oferecer transporte de qualidade, principalmente nas grandes cidades, é proporcionando estrutura para que a população possa mesclar vários meios de locomoção. Em Stuttgart, na Alemanha, uma linha de trens é equipada com um vagão externo exclusivo para carregar as bicicletas.


O sistema é instalado apenas em uma pequena linha, mas já facilita a locomoção de muitas pessoas. O trecho equipado com a tecnologia possui dois quilômetros e está em uma subida. Assim, esta é uma alternativa eficiente para aqueles que querem usar a bicicleta, mas não querem chegar ao trabalho suados, por exemplo.


Poder transportar as bicicletas nos trens não é um mérito exclusivo da rede de transporte público de Stuttgart. Em São Paulo, por exemplo, existem vagões separados para ciclistas, mas o horário de funcionamento é bastante restrito e os trens não são equipados com acessórios que facilitem a alocação das bikes. No Recife, a situação é semelhante.


Na cidade alemã, a estrutura, que se assemelha a um paraciclo, foi criada especificamente com este propósito. Então, assim que o trem para na plataforma, os usuários podem estacionar suas bicicletas no espaço exclusivo e ter a certeza de que elas estarão seguras na hora de ir embora.


A alternativa tem repercutido por diversas cidades em todo o mundo. Mesmo que o sistema de Stuttgart não tenha uma abrangência muito grande, ele pode servir de incentivo para que outras tecnologias sejam aplicadas e aprimoradas em outros locais.

Ciclo Vivo

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Chineses projetam trem que pega passageiros sem parar na estação

Créditos: China Photos/Getty Images/Exame

Uma das grandes vantagens do sistema ferroviário é reduzir a duração das viagens realizadas cotidianamente. Quanto menos tempo gasto, melhor. E os chineses, grandes engenhosos que já criaram até um trem que levita, tiveram uma ideia para agilizar ainda mais o trem: um sistema em que não é necessário parar nas estações.

Mas, como isso será possível? É mais simples do que se imagina: os usuários embarcam em um compartimento localizado em um nível acima dos trilhos. Quando o trem passa, esse compartimento acopla nos vagões ao mesmo tempo que outro - com os passageiros que vão desembarcar na estação - é desacoplado.

Ainda não acredita? Então confira o vídeo do projeto: