Mostrando postagens com marcador Chile. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chile. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Caio Induscar produz carrocerias para o Chile

Créditos: Caio Induscar/Divulgação

A Caio Induscar está fornecendo 440 carrocerias para clientes da cidade de Santiago, no Chile, para incrementar seu transporte público.

O modelo escolhido pelos clientes foi o Mondego H, pela sua fácil manutenção, por ser versátil e com maior facilidade de adaptação às necessidades dos clientes.

Do total, 127 veículos possuem comprimento de 13.200 mm, com quatro portas e capacidade para transportar 27 passageiros sentados, 60 em pé e uma pessoa portadora de necessidades especiais. Outras 313 carrocerias possuem comprimento 12.230 mm, com três portas e capacidade para transportar 32 passageiros sentados, 60 em pé e uma pessoa portadora de necessidades especiais.

Todas as unidades contam com rampa manual para acessibilidade, poltrona do motorista pneumática e com de segurança com regulagem, facilitando a dirigibilidade, e poltronas dos passageiros injetadas, oferecendo maior ergonomia. Para a Caio Induscar, é uma satisfação ter suas carrocerias percorrendo por diversos países, como o Chile, melhorando o transporte público.

Caio Induscar


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Chile conta com remanufatura da Volvo Bus

Créditos: Divulgação

Após um longo período de operação, o motor a diesel necessita passar por um processo de recuperação que lhe permitirá um fôlego extra, até chegar o final de sua vida útil. E para que isso aconteça, as montadoras e fabricantes de motores oferecem operações de remanufatura, como é o caso da Volvo Bus, que iniciou há pouco tempo um suporte técnico no Chile para que os ônibus de sua marca que rodam por lá tenham sempre bom desempenho.

De acordo com a montadora, a remanufatura de motores oferece uma série de vantagens aos clientes, como: utilização de peças e componentes genuínos da marca, mão de obra especializada, aumento do tempo de vida útil do motor, economia no consumo de combustível e um ano de garantia.
A Volvo ainda revela que os veículos não deixam de circular durante o processo de remanufatura, pois a empresa disponibiliza aos clientes motores backup.  Com isso, os serviços de pós-venda da fabricante permitem a performance e a disponibilidade dos veículos, com benefícios que contribuem para aumentar a segurança e a rentabilidade da operação.

Revista Auto Bus

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Caravana Volvo e Comil visitam mil empresas de transporte no Chile‏

Créditos: Blog do Caminhoneiro/Divulgação

A participação da Comil na edição chilena da Caravana Volvo oportunizou a visita a mais de mil empresas de transporte do país vizinho. Além da capital Santiago, cidades estratégicas como Iquique, Calama, Antofagasta, Puerto Monttt e Concepcion foram percorridas com o objetivo de divulgar o portfólio de chassis Volvo.

A ação aconteceu entre setembro e novembro e contou com a participação de cinco ônibus rodoviários da companhia gaúcha. A iniciativa oportunizou à empresa a aproximação com clientes locais, a exposição de seus produtos e a prospecção de negócios em um dos mais importantes mercados da América Latina.
Para o trajeto, foram escalados pela Comil os modelos Campione 3.25, equipado com o chassi de motor frontal B270F, Campione 3.45, com chassi B380R, Campione HD e Campione Double Decker (DD), ambos sobre chassis B420R. Voltados ao transporte de alto padrão, esses dois últimos modelos chegaram para o evento com expressiva repercussão internacional, rendendo à fabricante bons números em volumes de vendas na América Latina e, recentemente, conquistando o mercado do Oriente Médio.
A Caravana Volvo permaneceu por sete dias em cada cidade visitada, onde empresários e executivos do transporte conheceram os veículos e as demais novidades da Volvo e da Comil. O trajeto foi concluído no dia 21 de novembro na capital Santiago, abrindo para 2014 uma projeção positiva de novos negócios, como explica Mónica Gutiérrez, gerente geral da Comisa (representante chilena da Comil). “Nossos produtos foram muito bem recebidos pelo público local, que possui como uma de suas principais exigências um serviço técnico de excelência. Com know-how em pós-vendas reconhecido em diversos países, aliado à qualidade e sofisticação de seus ônibus, acreditamos que a Comil aumentará gradativamente sua participação no mercado chileno nos próximos meses”.

Blog do Caminhoneiro

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Sistema de integração torna mais eficiente transporte público no Chile

Sistema Transantiago foi implantado em Santiago, capital chilena. Cidade tem 212 quilômetros de corredores de ônibus.


Créditos: Fortalbus/Acervo

A implantação do Transantiago, sistema que integrou o ônibus ao Metrô, ajudou a melhorar o transporte público de Santiago, a capital do Chile. A frota de ônibus da cidade estava sucateada e quase não havia interligações entre os meios de transporte.


Hoje, Santiago tem 212 quilômetros de corredores de ônibus. Em São Paulo, há apenas 119 quilômetros. A capital do Chile tem menos da metade da população paulista. O Metrô também é maior do que o de São Paulo. São 103 quilômetros na cidade chilena contra 74 quilômetros na cidade brasileira.

Cercada pela Cordilheira dos Andes, a cidade de Santiago é encantadora por todos os ângulos. Não é difícil entender por que a capital do Chile é um dos lugares mais visitados da América Latina.
Na cidade, há uma enorme oferta de atrações, com praças belíssimas, vida cultural agitada e transporte público eficiente. “O transporte público de Santiago funciona muito bem. Os horários de pico não são exageradamente lotados. A gente consegue se locomover rápido e os trens passam constantemente”, diz o bancário Alisson Magalhães.
Há 7 anos, Santiago estava longe de ser considerada uma cidade modelo de infraestrutura em transporte. A frota de ônibus estava sucateada e quase não havia interligações entre os meios de transporte. “O sistema de transporte não custava um só peso. Ele se autofinanciava e era totalmente independente, mas isso tinha um custo. O custo era a insegurança. Era uma concorrência realmente quase criminosa”, diz Jaime Bravo, engenheiro especialista em transportes.
Em 2007, surgiu a Transantiago, sistema que integrou o ônibus ao metrô. O brasileiro Luís Fernando Pedroso, que é engenheiro de transportes, mora há oito anos na capital chilena e vivenciou uma verdadeira transformação. “Essa coordenação permite que muitas pessoas que não tinham acesso ao metrô hoje em dia possam ingressar em um ônibus e finalizar o seu decorrido dentro de um metrô, o que permite maior acessibilidade às pessoas”, diz Pedroso.
G1